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Os guias alimentares constituem um instrumento de educação alimentar de excelência para a população em geral, uma vez que transformam conhecimentos científicos em conselhos práticos, facilmente perceptíveis.
Em Portugal, a Nova Roda dos Alimentos, publicada em 2003, representa o nosso guia alimentar actual. Esta figura, que apresenta uma forma circular para se associar facilmente à forma de um prato, mostra-nos que alimentos devemos ingerir diariamente. A Roda dos Alimentos, encontra-se dividida em 7 grupos de alimentos de diferentes tamanhos, como mostra a imagem seguinte:
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No grupo dos Hortícolas, que ocupa a segunda maior fatia da Roda dos Alimentos, encontramos os alimentos que vulgarmente designamos por legumes. Do ponto de vista nutricional, são alimentos que apresentam elevados teores de vitaminas, minerais, fibras e água, e baixo valor energético. Para além disso, contêm, também, compostos que atuam como antioxidantes, substâncias que protegem o organismo de inúmeras doenças.
As recomendações de ingestão destes alimentos são bastante elevadas, e, para que sejam atingidas, é necessário consumir sopa ao almoço e ao jantar e fazer acompanhar o prato principal por hortícolas crus ou cozinhados.
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No dia 17 de Outubro comemorou-se o Dia Mundial da Alimentação na Fraterna. Desta vez, decidiu-se trabalhar com as crianças a importância de uma das refeições mais essenciais do dia e que não se realiza na instituição, o pequeno-almoço.
Logo de manhã, o dia começou com a realização de uma palestra em contexto de sala, no pré-escolar e na sala dos 2 anos.
No pré-escolar, as crianças aprenderam que pela importância que apresenta na nossa alimentação, esta refeição deveria ser denomindada de pequeno-grande-almoço, uma vez que, para compensar o longo jejum nocturno, esta refeição deve constituir uma boa fonte de energia. Para além disso, transmitiu-se às crianças os benefícios que a primeira refeição do dia apresenta, bem como as consequências da sua omissão na sua performance física e cognitiva.
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A faixa etária de pessoas com idade superior a 65 anos nos países desenvolvidos é cada vez mais representativa. Segundo a Organização Mundial de Saúde, devem reunir-se esforços que permitam a promoção de um envelhecimento activo, de modo a melhorar a qualidade de vida dos idosos. Neste sentido, e como destaca o Programa Nacional para a Saúde das Pessoas Idosas, desenvolvido pela Direcção Geral da Saúde a alimentação, nutrição e hidratação assumem um lugar de destaque na promoção do envelhecimento activo.
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A influência da alimentação na saúde está largamente reconhecida, sabendo-se que as pessoas que têm hábitos alimentares saudáveis apresentam uma menor probabilidade de desenvolver inúmeras doenças. No caso das crianças, sabe-se que os seus hábitos alimentares começam a definir-se desde cedo, sendo por isso importante incentivá-las a adquirir hábitos saudáveis logo após o nascimento.
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